terça-feira, 26 de março de 2013

Pascoa ... O que realmente é ?


O significado da Páscoa...


A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Nossos amigos de Kidlink nos contaram como se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas. Assim:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

 Vamos ver agora como surgiu o chocolate...


Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

 E o coelho?

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

 Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?


O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano

sexta-feira, 22 de março de 2013

Vicios part.1 - Bebidas Alcoólicas


O manobrista Johnny, de 22 anos, tomou o primeiro gole de vinho aos 11 anos, com o irmão mais velho. Aos 7 anos, a doméstica Madalena, de 50, bebeu um copo de pinga em casa, pensando que era água. Hoje, os dois engrossam as estatísticas do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas: 40% dos adolescentes e 16% dos adultos que procuram tratamento para se livrar do vício experimentaram bebida alcoólica antes dos 11 anos.
Precoce. A doméstica Madalena tomou um copo de pinga aos 7 anos, achando que fosse água; hoje, aos 50, luta contra o vício que a afastou dos filhos - Ernesto Rodrigues/AE
Ernesto Rodrigues/AE
Precoce. A doméstica Madalena tomou um copo de pinga aos 7 anos, achando que fosse água; hoje, aos 50, luta contra o vício que a afastou dos filhos
"Bebia uma garrafa de vinho por dia, mas logo mudei para a cachaça. Fumava muitos cigarros e me envolvi com drogas. Antes de me viciar em álcool, eu era o melhor aluno da sala. Depois parei de estudar. Minha vida virou um inferno. Só resolvi procurar ajuda especializada quando me dei conta de que poderia morrer", conta Johnny.
Os litros de cachaça tomados diariamente transformaram Madalena em uma adulta com problemas com álcool e desmotivada. O abuso a fez perder o marido e dois filhos, que se mudaram de cidade e não mantêm mais contato com ela. Por causa disso, Madalena tentou o suicídio. Foi quando descobriu que era hora de pedir ajuda. Está em tratamento intensivo faz 40 dias.
Os dados sobre o primeiro contato com a bebida impressionaram a psiquiatra Marta Ezierski, diretora do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. "Uma coisa é falar de alcoolismo na população em geral. Outra é falar com base em uma população triada, já dependente. O número é muito alto."
As informações são resultado de duas análises: uma de 684 pacientes adultos e outra de 138 adolescentes que procuraram o Cratod nos últimos dois anos.
O ponto que mais chamou a atenção foi o fato de os jovens terem começado a beber ainda crianças, geralmente em casa ou na presença de familiares. Segundo o levantamento, em 39% dos casos o pai bebia abusivamente; em 19%, a mãe; e em 11%, o padrasto. O relatório aponta ainda que, após o contato com álcool e tabaco, metade relatou ter experimentado maconha.
"Eram crianças que tinham o consentimento da família para beber, porque o pai ou a mãe bebiam. Eles começaram a ingerir bebidas sem culpa e não se deram conta de que estavam se viciando. Um paciente chegou a dizer que havia nascido dentro do álcool", diz a diretora do Cratod.
Segundo Marta, o levantamento também demonstrou que, em geral, os adultos procuram ajuda quando já se envolveram com outras drogas, estão deprimidos, tentaram suicídio ou porque estão com alguma doença ou sequela decorrente do consumo abusivo. Já os adolescentes, diz a médica, normalmente vão ao Cratod por causa de conflitos em casa ou na sociedade.
Outros fatores. O psiquiatra Carlos Augusto Galvão, do Hospital Beneficência Portuguesa, conta que o alcoolismo tem dois fatores principais: o cultural e o genético - sabe-se que o alcoolismo tem um componente hereditário, mas os genes envolvidos ainda não foram descritos.
Para ele, o fato de os alcoolistas em tratamento terem começado a beber dentro de casa e ainda crianças pode ser explicado pela questão da imitação. "A criança imita aquilo que o adulto faz. E o jovem continua bebendo para se achar gente grande."
Outra justificativa apontada por Galvão é o excesso de publicidade de bebida alcoólica na televisão, o que não deve ser combatida tão cedo pelo governo federal. "O prejuízo social que a propaganda provoca é grande. Mas é complicado para o governo investir no combate ao álcool, como fez com o cigarro, porque a bebida alcoólica não incomoda a pessoa que está ao lado."
Marta afirma que há estudos que demonstram que uma propaganda de cerveja aumenta em 11% o consumo da bebida entre os jovens. "Isso é muito sério", alerta a psiquiatra.
Segundo Galvão, além de causar dependência, o álcool pode provocar distúrbios no sistema nervoso central, problemas no fígado e no pâncreas - em geral após anos de exposição à bebida.
O coordenador de vendas Guilherme, de 23 anos, bebe em excesso desde os 15, mas diz não precisa de ajuda. Consciente de que exagera, diz que a bebida ainda não lhe causou nenhum mal e que ajuda a relaxar.
"Bebo umas quatro garrafas de cerveja por dia e umas duas garrafas de vodca ou tequila no fim de semana. Só não bebo às segundas-feiras porque quero dar uma recuperada no corpo", diz o jovem, que estima gastar R$ 1 mil por mês apenas com bebidas alcoólicas.
Campanhas educativas. Para especialistas, a única maneira de afastar crianças do álcool é criando campanhas de conscientização específicas para essa faixa etária e oferecendo mais serviços especializados de tratamento. "Não adianta entrar de sola na profilaxia se não houver como marcar uma consulta com um médico psiquiatra na rede pública, por exemplo", diz Galvão.
Essa é uma das principais bandeiras do secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri: combater o consumo de álcool entre crianças e adolescentes por meio de campanhas educativas, feitas em parceria com a Secretaria de Educação.
  • Uma das ações será a realização de blitze em bares, danceterias e restaurantes

segunda-feira, 18 de março de 2013

Violência na Escola


Na última década a violência nas escolas tem preocupado o poder público e toda sociedade, principalmente, pela forma como esta tem se configurado. O conflito e violência sempre existiram e sempre existirão, principalmente, na escola, que é um ambiente social em que os jovens estão experimentando, isto é, estão aprendendo a conviver com as diferenças, a viver em sociedade.
O grande problema é que a violência tem se tornado em proporções inaceitáveis. Os menos jovens, como eu, estão assustados. Os professores estão angustiados, com medo, nunca se sabe o que pode acontecer no cotidiano escolar; os pais, preocupados. Não é raro os jornais noticiarem situações de violência nas escolas, as mais perversas.
Não quero dizer com isso que antes não existia violência. Existia sim, e muita. “Desde que o mundo é mundo, há violência entre os jovens”. Todos os diferentes, para o bem ou para o mal, são vítimas em potencial na escola, há muito tempo. Brigas, agressões físicas, enfim, sempre existiram.
O que não existia antes e, que hoje tornou comum é que os jovens depredam a escola, quebram os ventiladores, portas, vidros, enfim, tudo que é possível destruir, eles destroem. Antes, não se riscava, não murchava ou cortava o pneu do carro do professor. Agredir fisicamente ou fazer ameaças ao mestre, nem pensar. Não se levava revolver e faca e não se consumia drogas e álcool no interior das escolas. No meu tempo, por exemplo, nunca se ouviu falar que um colega tinha assassinado um amiguinho na sala de aula ou que alguém tinha jogado álcool no colega e ateado fogo. Enfim, são muitos os relatos de violência extrema no interior das escolas.
Muitas de nossas crianças e adolescente passam por violências, e ficam calados – algumas delas não têm coragem de revelar, outras, por medo da retaliação do agressor. Essa violência entre colegas não é a única. A violência entre professores e alunos também tem crescido. Assustadoramente, a violência de alunos contra professores é a regra agora, e não mais o oposto. A violência não contra um ou outro, mas contra a escola mesmo, em todos os sentidos e modos, também tem aumentado.
O que tem intrigado a todos é que esse aumento da violência veio junto com a ampliação dos direitos dos cidadãos e com o Estatuto da Criança e Adolescente. Essa é uma questão que não devemos desprezar. No meu ponto de vista, o Estatuto prioriza os direitos em detrimento dos deveres.
Após a promulgação do Estatuto as ações contra a violência nas escolas tem se realizado a partir da mediação, conselhos, etc. O que, também, é muito bom. A mediação de conflitos é importante, necessária, e muitos problemas são resolvidos, mas, muitas vezes, não basta. Junto com a mediação, infelizmente, tem que haver a punição. Vou citar um exemplo que não é do ambiente escolar, mas por analogia podemos refletir sobre essa questão. Por exemplo, o problema de dirigir um veículo embriagado. A conscientização é importante? Sim. Resolve? Não. É necessário fiscalização, multa, prisão, etc.
Não estamos conseguindo resolver o problema da violência nas escolas e, isto é grave. Por quê? Falta, para isso, entendimento, lucidez. Ou seja, falta pensamento crítico, entender o “porque” agir e “como” se deve agir. Com tais perguntas é que os problemas podem ser amenizados. Para resolver, de fato, é preciso sair da mera indignação moral baseada em emoções passageiras, que tantos acham magnífico expor. Aqueles que expõem suas emoções se mostram como pessoas sensíveis, bondosas, creem-se como antecipadamente capacitados porque emotivos. Porém, não basta. As emoções em relação à violência na escola passam e tudo continua como antes. Para isso, não podemos ver o problema da violência sob um só viés. É preciso dialética, racionalidade, determinação e, sobretudo, a união de todos.
Podemos classificar inúmeras questões que levam a violência para o ambiente escolar. Por exemplo, os mais gerais: diferenças sociais, culturais, psicológicas, etc. e tantas outras como: experiências de frustrações, diferenças de personalidades, competição, etc. Também, podemos enumerar vários tipos, áreas, níveis de violência. Cada área do saber tem o seu método próprio de análise, a Filosofia, Sociologia, Psicologia e o Direito. Hoje, sabemos que a tendência da desfragmentação do saber é o melhor caminho a trilhar. Amultidisciplinaridade e a interdisciplinaridade é a proposta em voga de superação da fragmentação do saber. Somente através do dialogo aliado a práxis efetiva é que poderemos amenizar o grau de violência no interior das escolas.
 Esse círculo de violência deve ter um olhar mais universal, principalmente, por aqueles que pensam sobre a educação. É necessário ver que a violência contra a instituição escolar, contra colegas e professores e, de certo modo, a violência dos adultos contra as crianças, também, contém elementos de caracterização bem comuns. A não aceitação das diferenças em toda a sua amplitude – se é diferente, é hostilizado, desprezado, humilhado. E quando a vítima reage é violentada.
A não aceitação das diferenças, também, perpassa pela escola como instituição, com seus próprios professores, funcionários e com os próprios alunos. Essa uniformização, isto é, uniformizar o diferente, é feita com violência – em todos os casos. E esse comportamento institucional, gera violência.
Não são raros os casos em que o professor que faz a aula diferente, ainda que seja boa, é admoestado pelo diretor. O diretor que pensa diferente é castrado pelos supervisores ou pelo dirigente regional de ensino e, assim, sucessivamente. O aluno que é diferente, que pergunta demais é admoestado pelo professor e, aquele que pergunta na hora que a aula está acabando é vaiado pelos colegas. Essas são pequenas violências que alimentam as grandes violências. Não reconhecer nesse processo é o nosso grande problema. Atualmente, vivemos um problema ético de não reconhecimento da nossa incompetência, o problema sempre são os outros, eu não.
A escola é o primeiro ambiente social que a criança experimenta, antes disso, ou seja, na socialização primária se restringe a família, igrejas, vizinhos, enfim, um circuito bastante restrito. É na escola, aonde ele vai, realmente, experimentar um ambiente social – lá ele vai aprender a conviver com as diferenças e constituir um ser para si. Esse ser é para a sociedade.
Por isso, a urgência que se tornou essencial hoje – e que muitos não percebem, é tratar a violência na escola como um trabalho de lucidez quanto ao que estamos fazendo com nosso presente, mas, sobretudo, com o que nele se planta e define o rumo futuro. Para isso, é preciso renovar nossa capacidade de diálogo e propor um novo projeto de sociedade no qual o bem de todos esteja realmente em vista. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

10 Dicas de Como Manter o Controle no Transito


                          
Situações de estresse no trânsito, que deveriam ser exceções, estão se convertendo em regras, e na mesma proporção em que o número de veículos trafegando pelas ruas das metrópoles brasileiras cresce.
Além de congestionamentos, o risco de assaltos, enchentes e imprudência de outros motoristas está deixando os nervos do condutor dos grandes centros urbanos à flor da pele. O que fazer então para manter a calma ao dirigir? Sim, há saída para o problema! Basta bom senso e algumas estratégias para fazer uma viagem sem contratempos.
No corpo humano, o estresse se manifesta por meio de uma série de sinais e sintomas físicos e psicológicos. No caso específico do trânsito, as reações vão depender, principalmente, da personalidade do envolvido e da procedência delas.  Ansiedade e agressividade só vão piorar a situação. Por isso, criar situações para relaxar é dirigir sem preocupações.
Minhas dicas podem ajudar você a não perder a cabeça enquanto enfrenta o tumulto do trânsito!
1º) Tempo: para evitar atrasos, o ideal é planejar sair de casa com antecedência. Por isso, comece a contabilizar o tempo gasto no banho, na escolha da roupa e no café da manhã, por exemplo.
2º) Espaço: em horários de pico, estabeleça rotas alternativas. Trafegar por trechos movimentados só vai aumentar as chances de se envolver em ocasiões estressantes.
3º) Antecedentes: entrar no carro já estressado é pedir para ter aborrecimento no trânsito. Se você teve algum desentendimento ou briga em casa ou no trabalho, seguir para o destino de táxi ou ônibus é a melhor solução.
4º) Música: em alto volume pode aumentar ainda mais a tensão. Escolha estilos calmos e volumes abaixo do barulho vindo da rua. Afinal, você precisa manter a atenção no que realmente importa no trânsito: dirigir com responsabilidade.
5º) Respiração: é uma boa maneira de se acalmar. Ao perceber que alguma coisa pode tirar seu sossego, inspire o ar, prenda-o por alguns segundos e solte-o em seguida. Se o carro for equipado com ar-condicionado, é bom deixá-lo ligado, mesmo com gasto excedente de bateria.
6º) Postura: sentar de forma errada no banco causa dores lombares. Além disso, manter uma postura correta alivia a sensação de cansaço.
7º) Pés: nunca devem ficar apoiados nos pedais, principalmente na embreagem. Tente movimentá-los sempre, para evitar dores e ajudar a circulação do sangue.
8º) Pensamento: mentalizar coisas ruins só irá aumentar a tensão. Pense em ambientes tranquilos ou aproveite os minutos ociosos para fazer planos, como onde passar o feriado ou fim de semana. Outra saída é estudar por meio dos chamados audiobooks, disponíveis pela internet.
9°) Situações de riscos: nada de avançar sinal, trafegar acima da velocidade permitida, usar a buzina em excesso, avançar na faixa de pedestre ou fazer ultrapassagens perigosas. Conte até dez antes de se desentender com outro motorista. Talvez, ele esteja mais estressado que você e as consequências de tal imprudência podem ser drásticas.
10°) Passageiros: podem representar um risco de estresse quando conversam, mostram-se nervosos ou querem impor uma maneira de dirigir ao condutor. O motorista é o senhor de todo o espaço dentro do carro e deve impor limites.
Lembre-se: dirigir é uma atividade complexa e requer não apenas técnica. Acima de tudo, é preciso prudência e atenção. Ninguém muda o trânsito sozinho, mas se cada um fizer a sua parte já é um bom começo. Pense nisso!

Estresse no Transito


Atualmente ouvimos frequentemente falar sobre estresse no trânsito durante as rodas de conversas entre amigos, em programas de televisão, em reportagens de jornais e revistas. Afinal o que é estresse? Quais os aspectos que levam as pessoas a se estressarem no trânsito? O que fazer para evitá-lo?
Por definição o estresse é um estado de tensão em que o organismo se prepara para enfrentar ou fugir do perigo. Apresenta-se em nosso corpo através de sinais e sintomas que podem ser físicos (como dores de cabeça, dores na coluna, irritação nos olhos, varizes, zumbido nos ouvidos, úlcera, tendinite, insônia, diarreia, vômito, náuseas) ou psicológicos (irritabilidade, comportamento agressivos, aflição, pânico, mau humor, sensação de esgotamento emocional).
Por volta de 20 mil anos antes de Cristo, época em que vivia da caça e coleta, o homem já experimentava o estresse, pois possuía um cotidiano, no qual a preocupação maior relacionava-se ao medo de não obter alimento. Além disso, sentia insegurança em relação à manutenção da vida, já que necessitava permanecer em estado constante de alerta se não quisesse ser surpreendido por um animal que pudesse colocar sua vida em risco. Decorrente da necessidade de viver em um ambiente seguro surgiu a “necessidade de controle”, aí mora o “perigo”, pois na vida não podemos prever as coisas que irão acontecer. Não podemos ter controle sobre as condições climáticas, trânsito, etc. E isto gera ansiedade.
A capacidade cognitiva do ser humano permite sua adaptação à ansiedade gerada por estímulos externos, mas nem todos reagem da mesma forma, vai depender das características de cada um, do momento de sua vida e também da fonte motivadora de estresse.
Atualmente tornou-se quase impossível não se estressar no trânsito, a sensação é de estar “encurralado”, pois nenhum ser humano se sente confortável em uma situação em que há o impedimento à sua mobilidade. Este problema é consequência da grande quantidade de veículos nas ruas.
Acontecem diversas situações no trânsito que proporcionam desgaste emocional, como sensação de tempo perdido nos congestionamentos, pedestres atravessando fora das faixas destinadas aos mesmos, ciclistas pedalando pela contramão, motociclistas que saem “cortando” os carros de maneira imprudente, animais na pista, problemas de estrutura das vias e avenidas (buracos nas ruas e calçadas), falta de educação no trânsito com motoristas mal humorados, e condições climáticas desfavoráveis (chuva ou calor intenso).
Existem medidas que podem aliviar o estresse no volante, a principal consiste em evitar o aumento do estado de tensão. Podem ser utilizados exercícios simples de respiração e pequenas mudanças no comportamento, como sair de casa mais cedo, escolher caminhos alternativos nos horários de picos, ouvir uma música relaxante, se o carro tiver ar-condicionado deixá-lo ligado, procurar mentalizar coisas boas, deixar de lado pensamentos ruins, aproveitar para planejar a vida, evitar manter o pé fixo na embreagem para não provocar dores, pode-se movê-los para cima e para baixo, esta é uma boa maneira de se acalmar, não falar no celular quando estiver dirigindo, pois multas e acidentes serão evitados.
Combatendo o estresse o ser humano torna-se capaz de assimilar mais informações, de ter um nível de concentração melhor, além de manter um bom humor, o que poderá tornar o trânsito um local mais pacífico e agradável, além de obter uma melhor qualidade de vida.
“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro”. (Sigmund Freud)

segunda-feira, 11 de março de 2013

Ansiedade Profissional

Ansiedade por promoção pode prejudicar sua carreira
...

Ansiedade profissional


Jovens profissionais desejam atingir cargos de chefia cada vez mais cedo. Aprenda como frear a ansiedade e usá-la a favor da sua carreira.
Evite comparar sua trajetória com a de colegas da mesma idade. A história de cada um é única.

Ansiedade por crescer na carreira
Quem pertence à chamada geração Y – formada por profissionais que têm hoje entre 15 e 30 anos – conhece bem esse sentimento de ansiedade. A pressa de escalar cargos mais altos ou de enfrentar novos desafios é uma das principais características dessa faixa etária.
Uma pesquisa da consultoria de gestão de negócios Hay Group levou a seguinte pergunta a integrantes da geração Y de seis grandes empresas brasileiras: ”A velocidade de progressão de sua carreira está de acordo com suas expectativas? Dos 5.568 entrevistados, 32% responderam ”Não” e 29% preferiram se manter neutros em relação à questão, ao passo que 39% assinalaram a opção ”Sim”.
Segundo Caroline Marcon, uma das organizadoras do levantamento, o desejo geral é o de passar por pelo menos uma mudança no cenário profissional por ano. ”Para os funcionários jovens, tudo bem não rolar uma promoção, desde que ocorra ao menos uma movimentação horizontal. Eles querem aprender com experiências diferentes”, explica ela.

Como usar a ansiedade a seu favor?
O facto de querer novos desafios, mas não aceite qualquer proposta só pelo gosto da novidade. Avalie com calma o que é melhor para a sua carreira.
Aprenda a ouvir. Às vezes achamos estar preparados para assumir postos mais altos, mas na real não é bem assim… Feedbacks de pessoas mais experientes podem ajudá-la a saber se está certa ou errada.
Autoanálise é essencial. Pense bem antes de decidir o que quer. Não adianta ganhar mais se achar chatas as novas atribuições.
Evite comparar sua trajetória com a de colegas da mesma idade. A história de cada um é única!

terça-feira, 5 de março de 2013

Transtorno Bipolar (Bipolaridade)

Trata-se da um transtorno em que o humor assume autonomia, deixando de responder adequadamente ao que seria esperado. A bipolaridade se manifesta com fases maníacas ou eufóricas, fases depressivas (apatia, tristeza) e fases mistas (agitação, irritabilidade e ansiedade).
                                O que é...                 

O que é humor? 
O humor é a energia básica da mente e se reflete principalmente no grau de vontade e motivação do indivídio. O humor é maleável, modificando-se de acordo com o que acontece na nossa vida para servir de "termômetro" do ambiente. Por isso, o estado de humor influencia dramaticamente o modo como encaramos as situações.
A partir do "filtro do humor" se define o quanto devemos ou não nos arriscar e investir. Portanto, o estado de humor define em grande parte o comportamento. O humor sadio mantém a maleabilidade frente às situações e suas flutuações são proporcionais aos fatos.
Quando algo de muito ruim ou muito bom acontece, o humor varia de acordo, mas em algumas horas ou poucos dias o humor volta ao padrão habitual. Assim, o humor sadio é previsível quanto ao tipo de variação e o tempo que leva para voltar a um nível bom.
O que é um transtorno de humor? 
É um estado em que o humor está reagindo de modo incompatível ou exagerado à situação. Essa desregulação pode se dar tanto para baixo (forma depressiva) quanto para cima (forma maníaca). Há também estados em que o humor está particularmente agitado e turbulento (forma mista).
Como o humor define nossa percepção de risco e de oportunidades, quando está exageradamente elevado (eufórico) sem razões para tanto, é comum se expor ou se envolver em situações de maior risco. Por outro lado, os estados depressivos tendem ao retraimento e inibição apesar das condições reais não estarem tão adversas. Há também alterações de humor mais brandas, com um desequilíbrio emocional que se traduz em oscilação e sensibilidade emocional, afetando a previsibilidade do humor.
                                                     Sintomas 

Sintomas da faze depressiva
. Tristeza
. Diminuição da sensação de prazer. Apatia. Alterações de sono. Alterações de apetite. Desânimo e cansaço. Inquietude ou lentidão. Problemas de concentração e memória. Pensamentos negativos, pessimistas, autoestima baixa. Pensamentos ou comportamento suicida

Sintomas do humor misto (turbulência de humor)

. Esse estado ocorre com frequência, principalmente na bipolaridade leve, tende a aumentar sem o tratamento adequado e é agravada e antecipada pelo uso de antidepressivos.
. Humor turbulento e desagradável
. Agitação e irritabilidade
. Ansiedade e tensão
. Breves picos de excitação sexual
. Insônia intratável (não desliga o pensamento)
. Excessos comportamentais (comida, drogas) para aliviar a tensão
. Impulsos (suicidas inclusive)
. Ataques dramáticos, mas genuínos, de nervosismo

Sintomas da fase eufórica ou maníaca ou "para cima":

. euforia
. aumento de energia
. expansividade e desinibição 
. grandiosidade, dono da verdade
. agitação 
. menos necessidade de sono
. irritabilidade, explosividade e agressividade
. aumento de condutas de risco e de gastos
. impulsividade 
. distração